bom dia amigos alguem sabe como vamos fazer na vistoria por que acho q muitos carros ñ estaum nas normas oq fazer com aquela fumacinha q sai do escape rsrsrs olha só q um amigo amndou abraços ..
PROCEDIMENTO DA INSPEÇÃO DE VEÍCULOS DO CICLO OTTO
Ao digitar a placa, o sistema aponta no monitor os demais dados cadastrais do veículo. O inspetor registra sua quilometragem e se o motor está com a temperatura normal de operação. Caso não for possível verificar se o motor encontra-se nas condições ideais de temperatura através da leitura do instrumento do painel do veículo, ela pode ser feita através de leitura, por termômetro digital, da temperatura externa do motor.
Após verificar a correta temperatura do motor, o inspetor insere a informação no computador do equipamento de inspeção. Se a temperatura estiver abaixo do ideal, o motor deverá ser pré- aquecido.
PPRÉ-INSPEÇÃO VISUAL
O inspetor deverá verificar se o veículo apresenta:
1. Funcionamento irregular do motor;
2. Emissão de fumaça visível (exceto vapor d'água);
3. Vazamentos aparentes (lubrificante:- gotejamento/combustível/água);
4. Alteração do sistema de escapamento (corrosão excessiva, furos, falta de componentes).
Caso o veículo apresente pelo menos uma das irregularidades acima, o veículo será considerado REJEITADO, não podendo iniciar os procedimentos de inspeção.
Inspeção visual
Caso o veículo não tenha sido rejeitado na pré-inspeção visual, o Inspetor inicia os procedimentos para a inspeção visual.
Na inspeção visual, devem ser verificados a existência e o estado aparente dos itens de controle de emissão, previstos para a respectiva marca/modelo/ano do veículo.
Devem ser observados os possíveis seguintes defeitos:
1. Sistema PCV (ventilação positiva do cárter) ausente ou danificado.
2. Fixação, conexões e mangueiras do sistema PCV, irregulares.
3. Sistema EGR (recirculação de gases de escapamento) ausente ou danificado.
4. Fixação, conexões e mangueiras do sistema EGR, irregulares.
5. Cânister ausente ou danificado.
6. Fixação, conexões e mangueiras do cânister, irregulares.
7. Presença, tipo de aplicação, estado geral, verificação do conteúdo e fixação do catalisador, irregulares.
8. Presença, fixação e conexão elétrica de sonda lambda, irregulares.
9. Sistema de injeção de ar secundário ausente ou danificado.
10. Fixação da bomba e/ou conexões do sistema de injeção de ar secundário, irregulares.
Caso veículo apresente pelo menos uma das irregularidades acima, o veículo é considerado REPROVADO, porém mesmo assim é submetido à medição das emissões dos gases.
Os parâmetros e limites necessários à inspeção já estão inseridos no software de gerenciamento da inspeção, os quais dependem apenas do tipo de combustível e do ano/modelo do veículo:
Mediçaõ de gases
O Inspetor verifica a quantidade de saídas de escapamento e configura no software do equipamento, que determina o número de ensaios a serem realizados. Para fim de determinação do número de saídas de escapamento, considera-se mais de um escapamento quando os gases de escape, desde as câmaras de combustão, são expelidos por tubulações totalmente independentes sem qualquer interligação entre si.
No veículo que for movido por mais de um combustível, o Inspetor deve efetuar os testes com cada um dos combustíveis. Para tanto, o veículo deve ser submetido, entre as inspeções de cada combustível, a uma descontaminação de 30s a 2500 ± 200 RPM.
Antes da medição das emissões de gases, o inspetor conecta o tacômetro ao veículo e determina a verificação da rotação de marcha lenta. Se o valor encontrado para a marcha lenta estiver fora da faixa especificada, o veículo é considerado REPROVADO, porém mesmo assim é submetido à medição das emissões dos gases.
Para a execução das medições de emissões de gases, o Inspetor seguirá a seqüência abaixo descrita, que será orientada pelo software instalado no computador do equipamento:
1. Posicionar a sonda no escapamento do veículo.
2. Previamente à medição dos gases de escapamento, deverá ser realizada a descontaminação do óleo do cárter mediante a aceleração em velocidade angular constante, de 2500 ± 200 RPM, sem carga e sem uso do afogador, durante um período mínimo de 30 segundos.
3. Após a descontaminação de 30 segundos, o equipamento inicia automaticamente a medição dos níveis de concentração de CO, HC e diluição dos gases de escapamento do veículo a 2500 RPM ± 200 RPM, sem carga.
4. Se os valores medidos atenderem aos limites estabelecidos, o motor deverá ser desacelerado e novas medições deverão ser realizadas sob o regime de marcha lenta. Em caso de aprovação, será emitido o Certificado de Aprovação do Veículo.
5. Se os valores de CO e HC medidos em regime de 2500 ± 200 RPM após a descontaminação de 30 segundos não atenderem aos limites estabelecidos, o motor deverá ser mantido em aceleração por um período total de até 180 segundos, durante o qual o equipamento deverá efetuar medições sucessivas dos níveis de concentração de CO, HC e diluição dos gases de escapamento.
6. Tão logo o equipamento obtenha resultado que possibilite a aprovação do veículo durante o limite de 180 segundos, o motor deverá ser desacelerado e novas medições deverão ser realizadas sob o regime de marcha lenta. Se, depois de decorrido o tempo de 180 segundos, os resultados das medições ainda estiverem acima dos limites, o motor deverá ser desacelerado e o veículo considerado REPROVADO.
Análise de resultados
O software de gerenciamento do equipamento registra os valores medidos e compara-os com os limites estabelecidos, para o ano/modelo do veículo.
Se os valores da medição estiverem dentro dos limites estabelecidos e tiver sido aprovado na inspeção visual o veículo será considerado APROVADO, e receberá o certificado de aprovação e um selo que deverá ser afixado em local visível (nos veículos normais, é no pára-brisa).
Se os valores da medição estiverem fora dos limites estabelecidos e/ou tiver sido reprovado na inspeção visual, o veículo será considerado REPROVADO e receberá o Relatório de Inspeção do Veículo.
Término da inspeção
Ao término da medição, o inspetor retira o sensor de rotação e a sonda do escapamento do veículo. Em caso de aprovação do veículo, o inspetor faz a leitura do código de barras correspondente ao número de um selo através do leitor ótico, cola o selo no pára-brisa do veículo e o desloca para fora da área de inspeção.
Após a colocação do selo, o inspetor imprime o Certificado de Aprovação do Veículo.
Em caso de REJEIÇÃO ou REPROVAÇÃO, o inspetor imprime o Relatório de Inspeção do Veículo.
LIMITES
Os limites máximos de emissão de gases para aprovação dos veículos do ciclo Otto de 4 (quatro) tempos, na condição de marcha lenta e em aceleração livre, que serão adotados no Programa de I/M - SP mediante utilização de analisadores de gases são os definidos pela Portaria Nº 04 /SVMA-G/2009, publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo em 10 de janeiro de 2009 (pág. 54), que pode ser consultada aqui.
Ainda, de acordo com a Portaria Nº 04 /SVMA-G/2009 Art. 3º - Ficam dispensados da inspeção veicular os motociclos de 2 tempos.
Legislação vigente (limites)
Tabela de limites para veículos do ciclo Otto
* Monóxido de carbono (CO) corrigido, em marcha lenta e 2.500 rpm*:
ANO - MODELO
LIMITES
Até 1979
6,0
1980 a 1988
5,0
1989
4,0
1990 e 1991
3,5
1992 a 1996
3,0
A partir de 1997
1,0
(*) Rotações por minuto
* Combustível não-queimado, hidrocarboneto (HC) não-corrigido, em marcha lenta e 2.500 rpm:
COMBUSTÍVEL (*)
LIMITES (PPM)
Gasolina/Mistura (gasolina / álcool) / Gás combustível
700
Álcool / Mistura
ternárica - Flex
1.100
(*) Para todo ano-modelo
* Velocidade angular do motor (RPM*):
ANO - MODELO
LIMITE
Todos
Marcha lenta
600 a 1.200
(*) Rotações por minuto
* Diluição minima:
ANO - MODELO
DILUIÇÃO
MINIMA (CO + CO2)
Todos
Maior ou igual a 6% para todos os veículos






